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"O médium não é um ser privilegiado, ele precisa ainda cuidar de sua prórpia evolução, mas é capaz de fornecer aos espíritos uma colaboração constante e eficiente ao exercer serenamente a sua humilde tarefa, sem desânimo e até com entusiasmo. Boas parcerias são feitas com medianeiros simples e dedicados.

Podemos dizer que a mediunidade é uma função sacrificial. O médium precisa, amiudadamente, sacrificar o sono quando é solicitado para uma tarefa, abrir mão de certos encontros e festas quando o horário do trabalho espiritual se chocam. Não precisa ser um santo (embora a santidade seja uma meta a ser atingida!), mas precisa comportar-se com integridade moral o que pode exigir certos sacrifícios. Precisa agir com disciplina e constância. Então, alguns optam pelo abandono do exercício mediúnico." 

 

Livro: Interagindo com Luís Sérgio.

 

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